Escritos do coração

Águas da chuva.

Saí de bike. O tempo parecia nublado, mas achei que ia melhorar. 10 minutos pedalando, veio um toró. Ainda resisti mais 5 minutos no pedal, até descer da bike e encostar embaixo de uma cobertura, esperando a chuva melhorar e assim, voltar pra casa.

Sentei e fiquei apreciando os pingos, escutando o som da chuva bater no chão. Coloquei a mão para fora e deixe molhar um pouco. Aí minha atenção se voltou instantaneamente para a pequena poça de água transparente no meio da palma da minha mão. Que água limpa, clara, translúcida. Posso beber sem medo 🙂 Dei um gole. Escorreu pela minha garganta tão suavemente que pude sentir cada pingo daquele gole.

E de lá, comecei a devaneiar e olhar para os lados. Quanta água! Pura, cristalina, perfeita! Que bênção. E a gente deixa escorrer pelos ralos e esgotos.

O maior presente da Mãe Natureza pra gente, a fonte da vida, a gente suja, deixar correr pela descarga. E mesmo quando ela ainda manda mais, através da chuva, a gente não guarda.

A água é nosso maior tesouro. Ela é manifestação da Divina Luz e está aqui para nos purificar, nos curar, nos regenerar. Não podemos deixá-la escorrer entre nosso dedos. Economize. Armazene. Usufrua. Capte.

E ah, tome sempre banho de chuva quando der. Purifica a alma 🙂

24.02.2018

 

 

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